Ambiente Unidades de Conservação

Estação Ecológica do Iquê

Esta unidade foi criada para proteger uma amostra do ecossistema de transição entre a Amazônia e o Cerrado.A área inicial foi reduzida em 56.000 ha por acordo com a FUNAI, tendo em vista a área indígena dos Enauenê-Nauê.

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Região: Centro-Oeste

Estado: Mato Grosso

Município: Juína

Bioma: Cerrado e Amazônia

Área: 200.000 ha

Criação: Decreton.º: 86.061 (02/06/1981)

Unidade de Proteção Integral

Foi assinado um acordo para permitir a circulação  dos índios na Estação. Possui uma área de 200.000 ha.

Está localizada a noroeste do estado do Mato Grosso, no município de Juína, distante de Vilhena cerca de 2400 km.  O acesso é feito a partir de Cuiabá, pela rodovia BR-364 até Vilhena numa distância aproximada de 752 km, ou por via aérea (vôos regulares). De Vilhena segue-se pela rodovia BR-174 para Juína, trecho não pavimentado, numa distância aproximada de 140 km, até a sede da Estação.

A região pertence à área de influência do clima equatorial quente e úmido, com temperaturas médias anuais superiores a 28 ºC e com período de aproximadamente três meses, geralmente de junho à agosto. A precipitação pluviométrica anual fica em torno de 2.300 mm.

O relevo apresenta-se plano e suavemente ondulado, com uma rede de drenagem relativamente rica, que corta a região sob forma de igarapés, e que se subtraem à visão em um vôo sobre a área.

O domínio de clima equatorial, em transição para um clima menos úmido impõe uma paisagem também de transição de Floresta Amazônica Subcaducifólia para uma fisionomia de Cerrado, que se vê penetrado por Matas de Galerias constituídas por espécies amazônicas. Ao norte da unidade a floresta apresenta vegetação de alto porte, tronco fino e copas pouco desenvolvidas.

Pode ser encontrado na região espécies como a garapa, o jatobá, a peroba-branca e a preta. Assim como a flora, a fauna é bastante diversificada, contendo representantes do cerrado e da Amazônia, dos quais destacam: a onça pintada (Panthera onca), a anta (Tapirus terrestris), a lontra (Lutra sp.) e a ariranha (Pteronura brasiliensis), além da ictiofauna e avifauna abundantes.

A unidade sofre com as atividades garimpeiras, no entorno e eventualmente dentro da mesma,  devido a  busca de  diamantes, o que provoca desmatamento e poluição dos rios que compõem  a bacia da região.

Ibama - www.ibama.gov. br



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