{"id":2089,"date":"2009-03-16T15:01:53","date_gmt":"2009-03-16T15:01:53","guid":{"rendered":""},"modified":"2021-07-10T20:14:11","modified_gmt":"2021-07-10T23:14:11","slug":"passivo_ambiental_e_os_ciclos_produtivos_dos_sistemas_economicos","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/localhost\/gestao\/passivo_ambiental\/passivo_ambiental_e_os_ciclos_produtivos_dos_sistemas_economicos.html","title":{"rendered":"Passivo Ambiental e os Ciclos Produtivos dos Sistemas Econ\u00f4micos"},"content":{"rendered":"\n
Para melhor entender o surgimento de passivos ambientais, \u00e9 necess\u00e1rio analisar os diferentes fluxos produtivos dos sistemas econ\u00f4micos, divididos em dois ciclos b\u00e1sicos:<\/p>\n\n\n\n
Fluxo produtivo de via \u00fanica<\/strong><\/p>\n\n\n\n No sistema tradicional, ainda representado pelos prim\u00f3rdios da revolu\u00e7\u00e3o industrial, o processo \u00e9 iniciado com a extra\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima, passando pelo processamento prim\u00e1rio ou secund\u00e1rio e pelos processos industriais de f\u00e1bricas e usinas, sendo os produtos finais, bens dur\u00e1veis ou n\u00e3o, encaminhados para o uso. Os produtos, ap\u00f3s utiliza\u00e7\u00e3o, v\u00e3o para o lixo sendo finalmente depositados em aterros sanit\u00e1rios ou valas comuns. O fluxo de via \u00fanica retil\u00edneo \u00e9 mostrado na Figura 1.<\/p>\n\n\n\n Figura 1 \u2013 Fluxo produtivo de via \u00fanica<\/p>\n\n\n\n Atualmente, os processos produtivos est\u00e3o se alterando em fun\u00e7\u00e3o da busca permanente da redu\u00e7\u00e3o de custos, do uso racional de mat\u00e9rias-primas e insumos, ou pela ado\u00e7\u00e3o de processos tecnologicamente mais evolu\u00eddos ou ambientalmente mais adequados.<\/p>\n\n\n\n O ciclo produtivo de via \u00fanica, com seus efeitos ambientais nocivos, elevado grau de irracionalidade e falta de economicidade, est\u00e1 sendo gradativamente substitu\u00eddo pela ado\u00e7\u00e3o do fluxo da economia de ciclo fechado.<\/p>\n\n\n\n Fluxo de economia de ciclo fechado<\/strong><\/p>\n\n\n\n No fluxo da economia de ciclo fechado, o processo produtivo tamb\u00e9m se inicia com a transforma\u00e7\u00e3o de mat\u00e9rias-primas, passando tamb\u00e9m pelo est\u00e1gio intermedi\u00e1rio da produ\u00e7\u00e3o e uso dos produtos. A altera\u00e7\u00e3o do ciclo se d\u00e1 ap\u00f3s a utiliza\u00e7\u00e3o dos bens, sendo que os produtos de usos industriais, agr\u00edcolas, comerciais ou residenciais, como m\u00e1quinas, equipamentos, instala\u00e7\u00f5es ou m\u00f3veis e utens\u00edlios, s\u00e3o separados, reutilizados ou reciclados.<\/p>\n\n\n\n Nesse processo, evidentemente tamb\u00e9m ainda h\u00e1 restos, ou seja, sobras que sem d\u00favida v\u00e3o para o lixo: aterros sanit\u00e1rios, incinera\u00e7\u00e3o, ou ainda valas comuns.<\/p>\n\n\n\n Figura 2 \u2013 Fluxo da Economia de Ciclo Fechado<\/p>\n\n\n\n O fluxo de economia de ciclo fechado deve ser adotado tanto no ambiente familiar quanto nas empresas e institui\u00e7\u00f5es. No familiar, por exemplo, a participa\u00e7\u00e3o se inicia somente na fase de uso, mas \u00e9 perfeitamente v\u00e1lida quando se trata de separar o lixo, reutilizar produtos e utens\u00edlios e minimizar o lixo com destino final. Portanto, com o fluxo de economia de ciclo fechado, pode-se reduzir e mesmo eliminar o surgimento de passivo ambiental. A op\u00e7\u00e3o empresarial est\u00e1 cada vez mais caminhando para a ado\u00e7\u00e3o do conceito de produ\u00e7\u00e3o limpa.<\/p>\n\n\n\n Ambiente Brasil Para melhor entender o surgimento de passivos ambientais, \u00e9 necess\u00e1rio analisar os diferentes fluxos produtivos dos sistemas econ\u00f4micos, divididos em dois ciclos b\u00e1sicos. <\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":2,"featured_media":2090,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1502],"tags":[581,490,582,532],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2089"}],"collection":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2089"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2089\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4505,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2089\/revisions\/4505"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2090"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2089"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2089"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2089"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}<\/figure>\n\n\n\n
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