{"id":1680,"date":"2009-02-17T18:08:44","date_gmt":"2009-02-17T18:08:44","guid":{"rendered":""},"modified":"2021-07-10T20:16:28","modified_gmt":"2021-07-10T23:16:28","slug":"mico-leao-preto_leontopithecus_chrysopygus","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/localhost\/fauna\/mamiferos\/mico-leao-preto_leontopithecus_chrysopygus.html","title":{"rendered":"Mico-le\u00e3o-preto (Leontopithecus chrysopygus)"},"content":{"rendered":"\n
Classe<\/strong>: Mammalia<\/p>\n\n\n\n Ordem<\/strong>: Primates<\/p>\n\n\n\n Fam\u00edlia<\/strong>: Callithrichidae<\/p>\n\n\n\n Nome cient\u00edfico<\/strong>: Leontopithecus chrysopygus<\/p>\n\n\n\n Nome vulgar<\/strong>: Mico-le\u00e3o-preto<\/p>\n\n\n\n Categoria<\/strong>: Amea\u00e7ada<\/p>\n\n\n\n Caracter\u00edsticas<\/strong>: \u00c9 um primata de pequeno porte. Possui a pelagem muito abundante e brilhante principalmente ao redor da cabe\u00e7a como uma juba, da\u00ed o nome de mico le\u00e3o. A cor \u00e9 predominantemente preta com tons de castanho amarelado na regi\u00e3o lombar e na base da cauda. A pele do rosto \u00e9 quase nua, apresentando p\u00e9s e m\u00e3os de cor negra. N\u00e3o existe diferen\u00e7a entre machos e f\u00eameas. Alimentam-se basicamente de invertebrados, frutos, sementes, flores e pequenos vertebrados como r\u00e3s, lagartixas, filhotes de aves. Vivem em grupos de 2 a 7 indiv\u00edduos, e \u00e0 noite dormem em buracos nos troncos das \u00e1rvores. A gesta\u00e7\u00e3o dura cerca de 4 meses e os nascimentos ocorrem geralmente \u00e0 noite, entre os meses de setembro e novembro, sendo dois filhotes por ano. O per\u00edodo reprodutivo come\u00e7a aproximadamente aos 2 anos.<\/p>\n\n\n\n Peso<\/strong>: Em m\u00e9dia 600 gramas<\/p>\n\n\n\n Comprimento<\/strong>: Medindo aproximadamente 30 cm com a cauda de 40 cm<\/p>\n\n\n\n Ocorr\u00eancia Geogr\u00e1fica<\/strong>: \u00c9 um animal end\u00eamico da Mata Atl\u00e2ntica, ocorrendo em florestas semi-dec\u00edduas, altas florestas de brejo e floresta arbustiva, na margem norte do rio Paranapanema, oeste do rio Paran\u00e1 e trechos do rio Tiet\u00ea. Hoje est\u00e1 restrito \u00e0 regi\u00e3o sul do estado de S\u00e3o Paulo, compreendendo os munic\u00edpios de Teodoro Sampaio e G\u00e1lia. A esp\u00e9cie encontra-se protegida no Parque Estadual do Morro do Diabo\/SP, na Reserva Estadual de Caetetus\/SP e na Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica do Mico Preto\/SP.<\/p>\n\n\n\n Categoria\/Crit\u00e9rio<\/strong>: Esta esp\u00e9cie est\u00e1 extremamente amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o (1996 IUCN Red List of Threatenet Animals), suas popula\u00e7\u00f5es conhecidas est\u00e3o confinadas a sete fragmentos florestais privados e duas unidades de conserva\u00e7\u00e3o estaduais sem conex\u00e3o umas com as outras.<\/p>\n\n\n\n Observa\u00e7\u00f5es adicionais<\/strong>: O programa ambiental “A \u00faltima Arca de No\u00e9”, liderado pelo estudioso Antonio da Silveira, encontrou e documentou um bando composto por cinco exemplares do animal rondando mais um parque ecol\u00f3gico em S\u00e3o Paulo, desta vez na Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica Angatuba. A pesquisa foi desenvolvida com base nas informa\u00e7\u00f5es dos funcion\u00e1rios da Esta\u00e7\u00e3o, os primeiros a avistarem os bichos. At\u00e9 ent\u00e3o a constata\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a do mico-le\u00e3o-preto s\u00f3 ocorria no Parque Estadual Morro do Diabo e na Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica de Caetetus, oeste de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n Cientista que descreveu<\/strong>: Mikan, 1820<\/p>\n\n\n\n Fonte: MMA\/SINIMA<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" \u00c9 um primata de pequeno porte. Possui a pelagem muito abundante e brilhante principalmente ao redor da cabe\u00e7a como uma juba, da\u00ed o nome de mico le\u00e3o. <\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1466],"tags":[125,576,600],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1680"}],"collection":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1680"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1680\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4936,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1680\/revisions\/4936"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1680"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1680"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1680"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}<\/figure>\n\n\n\n