{"id":1346,"date":"2022-02-08T14:35:00","date_gmt":"2022-02-08T17:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ambientes.ambientebrasil.com.br\/fauna\/artigos\/fauna_-_tubarao.html"},"modified":"2022-02-08T14:45:47","modified_gmt":"2022-02-08T17:45:47","slug":"fauna_-_tubarao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/localhost\/fauna\/artigos\/fauna_-_tubarao.html","title":{"rendered":"Fauna – Tubar\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n
Os tubar\u00f5es pertencem a classe Chondrichthyes<\/a>, da ordem dos Carcharhiniformes, composta por peixes com esqueletos cartilaginosos.<\/p>\n\n\n\n A alimenta\u00e7\u00e3o do tubar\u00e3o \u00e9 variada, de acordo com a esp\u00e9cie, destacando os principais tipos:<\/p>\n\n\n\n Os tubar\u00f5es apresentam fecunda\u00e7\u00e3o interna, podendo ser ov\u00edparos, que colocam “ovos”, como exemplo do tubar\u00e3o-lixa, os ovoviv\u00edparos, que ret\u00eam os ovos em seu oviduto e os viv\u00edparos, onde o filhote se desenvolve no interior do \u00fatero.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 comum em toda a costa brasileira. Seu tamanho chega a 3,8 metros. \u00c9 uma esp\u00e9cie oce\u00e2nica, alimentando-se preferencialmente de lulas.<\/p>\n\n\n\n Comum no Norte e Nordeste. Pode medir at\u00e9 20 metros de comprimento. \u00c9 o maior tubar\u00e3o que existe. \u00c9 uma esp\u00e9cie, oce\u00e2nica, alimentando-se apenas de pl\u00e2ncton. Apesar do tamanho, \u00e9 inofensivo ao homem.<\/p>\n\n\n\n Comum em toda a costa brasileira. Mede at\u00e9 3,5 metros, vive pr\u00f3ximo \u00e0s zonas de estu\u00e1rio. H\u00e1 registros desses animais no rio Amazonas.<\/p>\n\n\n\n Assim como o tubar\u00e3o azul, \u00e9 comum em todo o Brasil. Atinge 4 metros de comprimento, alimentando-se de pequenos peixes de alto-mar. <\/p>\n\n\n\n Comum no Norte e Nordeste do Brasil. Mede 2,5 metros. Vive em \u00e1guas temperadas tropicais. Alimenta-se de peixes pequenos e de invertebrados.<\/p>\n\n\n\n Ocorre em toda a costa brasileira. Chega a medir 4,3 metros. Vive pr\u00f3ximo ao fundo do mar, alimentando-se de invertebrados. \u00c9 uma esp\u00e9cie considerada inofensiva ao homem. N\u00e3o possui dentes afiados como a maioria dos tubar\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n Ocorre em toda a costa brasileira. Mede 4 metros de comprimento, possui excelente habilidade para nadar, \u00e9 uma esp\u00e9cie oce\u00e2nica, alimentando-se de peixes de alto-mar e de outros tubar\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 comum em toda a costa brasileira. Atinge 4,2 metros de comprimento. Sua cabe\u00e7a possui formato curioso que lhe d\u00e1 o nome de martelo: s\u00e3o duas laterais proeminentes na cabe\u00e7a, onde localiza seus olhos. Alimenta-se de animais escondidos na areia do fundo do mar. \u00c9 considerada uma esp\u00e9cie semi-oce\u00e2nica.<\/p>\n\n\n\n \u00c9 uma esp\u00e9cie comum nas \u00e1guas tropicais do litoral brasileiro. Chega a medir 5,50 metros. Possui uma cauda curiosa, que mede o mesmo tamanho do seu corpo. Alimenta-se de outros peixes comuns em alto-mar.<\/p>\n\n\n\n Ocorre em toda a costa brasileira. Pode atingir at\u00e9 9 metros. Vive em \u00e1guas tropicais, alimentando-se tanto de peixes quanto de invertebrados. <\/p>\n\n\n\n A baleia azul supera o tamanho do megalodon, podendo atingir cerca de 34 metros e pesar at\u00e9 200 toneladas.<\/p>\n\n\n\n Os primeiros exemplares de tubar\u00e3o na Terra apareceram a cerca de 200 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, s\u00e3o animais antigos e que passaram com sucesso por diversas mudan\u00e7as e adapta\u00e7\u00f5es. Atualmente, em fun\u00e7\u00e3o da pesca predat\u00f3ria por suas barbatanas, polui\u00e7\u00e3o dos oceanos e impacto das atividades humanas os tubar\u00f5es correm o risco de extin\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n As medidas de conserva\u00e7\u00e3o dos tubar\u00f5es \u00e9 essencial, para a sobreviv\u00eancia das esp\u00e9cies e por toda a fun\u00e7\u00e3o desempenhada no ecossistema, onde atuam mantendo o equil\u00edbrio da vida marinha e garantindo a sa\u00fade dos estoques pesqueiros, uma vez que se alimentam de peixes menos aptos a sobreviv\u00eancia. <\/p>\n\n\n\n A conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o quanto a import\u00e2ncia dos tubar\u00f5es, a maior fiscaliza\u00e7\u00e3o das atividades pesqueiras e redu\u00e7\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o dos oceanos s\u00e3o frentes de atua\u00e7\u00e3o importantes para reverter este cen\u00e1rio. <\/p>\n\n\n\n Maria Beatriz Ayello Leite Os tubar\u00f5es desempenham fun\u00e7\u00f5es essenciais no ecossistema, mantendo o equil\u00edbrio da vida marinha e garantindo a sa\u00fade dos estoques pesqueiros. <\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":2,"featured_media":5958,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1463],"tags":[23,799,125,905],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1346"}],"collection":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1346"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1346\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5959,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1346\/revisions\/5959"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5958"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1346"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1346"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1346"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}Caracter\u00edsticas dos tubar\u00f5es<\/h4>\n\n\n\n
Alimenta\u00e7\u00e3o do tubar\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n
Reprodu\u00e7\u00e3o do tubar\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n
Quais tubar\u00f5es existem no Brasil?<\/h4>\n\n\n\n
Tubar\u00e3o azul (Prionace glauca) <\/h5>\n\n\n\n
Tubar\u00e3o baleia (Rhiniodon typus)<\/h5>\n\n\n\n
Tubar\u00e3o cabe\u00e7a-chata (Carcharhinus leucas)<\/h5>\n\n\n\n
Tubar\u00e3o galha branca oce\u00e2nico (Carcharhinus maou)<\/h5>\n\n\n\n
Tubar\u00e3o galha preta (Carcharhinus limbatus)<\/h5>\n\n\n\n
Tubar\u00e3o lixa (Ginglymostoma cirratum)<\/h5>\n\n\n\n
Tubar\u00e3o mako-cavala (Isurus oxyrinchus)<\/h5>\n\n\n\n
Tubar\u00e3o martelo (Sphyrna lewini)<\/h5>\n\n\n\n
Tubar\u00e3o raposa (Alopias vulpinus)<\/h5>\n\n\n\n
Tubar\u00e3o tigre (Galeocerdo cuvier)<\/h5>\n\n\n\n
Qual animal \u00e9 maior que o megalodon?<\/h4>\n\n\n\n
Recomenda\u00e7\u00f5es para banhistas evitarem acidentes com tubar\u00f5es:<\/h4>\n\n\n\n
Conserva\u00e7\u00e3o dos tubar\u00f5es<\/h4>\n\n\n\n
Reda\u00e7\u00e3o Ambientebrasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"