Ambiente Fauna

Cachorro-do-mato-vinagre (Speothos venaticus)

Também conhecido pelos nomes de jaguaracambé ou januária, era considerado fóssil até poucas décadas.

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Classe: Mammalia

Ordem: Carnivora

Família: Canidae

Nome científico: Speothos venaticus

Nome vulgar: Cachorro-do-mato-vinagre

Categoria: Rara

Características: Também conhecido pelos nomes de jaguaracambé ou januária, era considerado fóssil até poucas décadas. Vive em florestas e savanas, sempre perto da água. Nada e mergulha bem. Alimenta-se de roedores, crustáceos, cotias entre eles a paca que é a sua principal presa, e está em processo de extinção, obrigando o cachorro-do-mato-vinagre a mudar seus hábitos alimentares. Costumam caçar animais maiores como capivara e emas jovens. Possui uma adaptação para viver em regiões alagadas; seus dedos são ligados por uma membrana, o que o torna hábil mergulhador e nadador. Esta afinidade com a água o torna conhecido no Peru como "cachorro d'água". Também não possui alguns molares comuns em canideos em geral. Abriga-se em tocas, em troncos de árvores e em buracos abertos por tatus de grande porte. Após um ano de existência atinge a maturidade sexual. As fêmeas têm uma gestação de 67 dias, nascendo em média três filhotes, sendo que as ninhadas podem variar de um a seis. Os machos costumam trazer alimentos para as fêmeas durante o período de amamentação. A longevidade é de dez anos. Hábito alimentar carnívoro, diurno.

Altura: 30cm

Peso: 7Kg

Comprimento: Até 75cm (corpo); cauda até de 15cm

Ocorrência Geográfica: Este canídeo distribuía-se originalmente por quase toda a América do Sul, desde a fronteira da Colômbia com o Panamá até Santa Catarina. Atualmente no Brasil pode ser encontrado em florestas de mata atlântica, no Parque Estadual Intervales-SP, em campos úmidos no cerrado, como no Parque Nacional das Emas-GO e no Pantanal.

Categoria/Critério: Está em processo de extinção por causa das queimadas, do desflorestamento e da ocupação humana de seus habitats. Classificado como espécie rara pela IUCN (1976).

Cientista que descreveu: Lund, 1842

Observações adicionais: Na natureza, apesar de ser difícil de ser visto, já foi observado em matilhas de dez a doze animais.

Fonte: MMA/SINIMA



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