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Rato-do-mato (Wilfredomys oenax)

A pelagem é longa e macia, sendo que a região dorsal é castanho-amarelada; os lados do corpo são semelhantes à coloração do ventre, que é amarelado.

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Classe: Mammalia

Ordem: Rodentia

Família: Critedidae

Nome científico: Wilfredomys oenax

Nome vulgar: Rato-do-mato

Categoria: Ameaçada

Características: Poucos exemplares coletados. O espécime tipo se encontra no Museu Britânico de História Natural e foi coletado por H. Von Ihering. Exemplares adicionais foram capturados tanto na região sul do Brasil quanto no Uruguai. Aparentemente, a espécie é restrita a áreas descontínuas na porção mais meridional da Mata Atlântica. Morfologicamente, a espécie é muito semelhante a Wiedomys pyrrhorhinos. Apresenta uma típica coloração ocrácia-rufa brilhante na região rinória. A pelagem é longa e macia, sendo que a região dorsal é castanho-amarelada; os lados do corpo são semelhantes à coloração do ventre, que é amarelado. Os membros são recobertos, por pêlos de coloração ligeiramente acanelada. A caixa craniana é arredondada. Os pesos e medidas registrados na bibliografia são provenientes de espécimes jovens e adultos preservados em museu. A morfologia dos membros posteriores esboça uma adaptação para a vida arbórea.

Peso: De 34 a 61 g

Comprimento: O comprimento total (cabeça-corpo) varia de 280 a 315 mm, e a cauda, de 168 até 186 mm

Ocorrência Geográfica: A espécie está registrada em: São Lourenço (RS - localidade tipo, hoje denominada São Lourenço do Sul), São Leopoldo (RS) e Curitiba (PR), além de localidades no Uruguai. Para as localidades situadas na Floresta Atlântica, não foram fornecidas informações pertinentes ao tipo de hábitat utilizado por W. oenax. A coleta realizada em Curitiba (PR) por Ávila-Pires ocorreu a 900 m de altitude. Pine sugeriu a existência de duas subespécies (uma no Uruguai e outra no Brasil) com base nos exemplares já coletados.

Cientista que descreveu: Thomas, 1928

Categoria/Critério: Classificação da IUCN: Não consta. Anexo da CITES: Não consta. A ocorrência da espécie em áreas de intensa ocupação humana, como é o caso da região do Paraná e o Rio Grande do Sul, sugere que a fragmentação e descaracterização do hábitat sejam as principais ameaças à sua sobrevivência. O pequeno número de exemplares existentes em museus pode ser indicativo de que seja uma espécie extremamente rara em seu habitat, o que agravaria ainda mais o status de conservação.

 

Fonte: MMA/SINIMA



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