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 Ambiente Natural

Doenças Tropicais - Febre Amarela

O mosquito transmissor da febre amarela urbana é o Aedes aegypti , o mesmo transmissor da dengue.

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A Febre Amarela (FA) é uma doença infecciosa aguda, febril, de natureza viral, encontrada em países da África e Américas Central e do Sul. Caracteriza-se clinicamente por manifestações de insuficiência hepática e renal, que pode levar à morte, em cerca de uma semana. Existem dois tipos de Febre Amarela: a Febre Amarela Urbana (FAU) e a Silvestre (FAS).

Agente etiológico

O agente causal da Febre Amarela é o vírus amarílico, um arbovírus pertencente ao gênero Flavivirus , família Flaviviridae.

Agente transmissor

O mosquito transmissor da febre amarela urbana é o Aedes aegypti , o mesmo transmissor da dengue. Na febre amarela silvestre os mosquitos do gênero Haemagogus são os principais transmissores. No Brasil, desde a década de 1949 não há transmissão urbana. Os casos confirmados são de febre amarela silvestre. Na Febre Amarela Urbana (FAU), o homem é o único reservatório hospedeiro vertebrado com importância epidemiológica. Na Febre Amarela Silvestre (FAS), os primatas não humanos são os principais reservatórios e hospedeiros vertebrados do vírus amarílico, sendo o homem um hospedeiro acidental. 

Sintomas

A febre amarela pode causar quadros praticamente inaparentes até formas graves da doença. Os primeiros sintomas tem início súbito e sintomas gerais como febre, calafrios, dores de cabeça, dores musculares, náuseas, vômitos e fotofobia. Após este período a doença pode evoluir para a cura ou para formas mais graves. Nestas, aparece novo acesso febril, icterícia progressiva e fenômenos hemorrágicos (sangramento nasal, bucal, cutâneo, no vômito e nas fezes), queda da pressão arterial e prostração. 

Profilaxia

A principal medida de controle é a vacinação. Deve ser feita para todas as pessoas que se desloquem para regiões endêmicas. O reforço deve ser dado a cada 10 anos;

Não há necessidade de isolamento do paciente;

O combate do Aedes aegypti (vide Dengue), através de ações de saneamento básico (controle do lixo) e de educação em saúde (não deixar água parada em vasos de plantas e outros objetos que possam acumular água, tampar o lixo e as caixas de água, cobrir pneus) constituem-se medidas importantes de controle.

Regiõe Endêmicas

Brasil - Acre, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Minas Gerias, Maranhão, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Rondônia e Distrito Federal.

África Tropical - Angola, Benin, Burkina Faso, Camarões, Congo, Gabão, Gâmbia, Ghana, Guiné, Libéria, Nigéria, Serra Leoa e Sudão.

Américas - Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru, Venezuela.

 

 

 

Fonte:Prefeitural de São Paulo e FUNASA http://portal.prefeitura.sp.gov.br e www.funasa.gov.br



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