Ambiente Natural

30-11-04:o dia em que o Brasil chegou ao Pólo Sul Geográfico

O Pólo Sul Geográfico está a 3.116 km ao Sul da Estação Brasileira Antártica Comandante Ferraz, e a mais de 2.400 ao Sul da região onde velejadores brasileiros estiveram no passado.

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Jefferson Cardia Simões, 46 anos, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tornou-se o primeiro brasileiro a percorrer o manto de gelo antártico e a atingir o Pólo Sul Geográfico (90 graus Sul) por terra às 21:30 horas da Terça-feira 30 de Novembro de 2004. O feito, realizado no âmbito da Travessia Científica Chileno-Brasileira da Antártica (a primeira por países latino-americanos) percorreu no total 1.140 quilômetros em 16 dias a partir da Estação Polar chilena em Patriot Hills (80 graus, 18 minutos Sul; 81 Graus, 23 minutos Oeste).

Durante a travessia, o grupo formado por 12 chilenos e Simões, navegou sobre gelo com até 3 mil metros de espessura, muitas vezes sobre enormes fendas. A menor temperatura enfrentada foi dia 28/11/04, menos 33,4 graus centígrados, a sensação térmica caiu a menos 52 graus centígrados.

O Pólo Sul Geográfico está a 3.116 km ao Sul da Estação Brasileira Antártica Comandante Ferraz, e a mais de 2.400 ao Sul da região onde velejadores brasileiros estiveram no passado. Trata-se de um feito inédito, e mais importante, por meios próprios. Simões considera que a parte mais importante da travessia foi realizada no retorno. A partir do dia 2/12/04, o comboio formado por um trator polar e vários trenós com laboratórios e acomodação retornou lentamente para Patriot Hills, realizando diversos estudos sobre o gelo na Antártica e as suas interações com o clima.

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O grande objetivo da expedição é avançar na investigação do papel da Antártica nas mudanças ambientais globais, principalmente no controle do clima da América do Sul. Simões perfurou vários poços no gelo antártico para coletar amostras da neve que caiu ao longo dos últimos 400 anos. As pesquisas desta travessia fazem parte do International Trans-Antarctic Scientific Expeditions (ITASE) do Comitê Científico internacional sobre Pesquisas Antárticas (SCAR), e apoiadas pelo PNUMA.

O outro brasileiro da equipe, Francisco Aquino, também professor da UFRGS, permaneceu na base chilena Patriot Hills para monitorar a viagem do grupo.

Jefferson Cardia Simões é o principal explorador e cientista polar brasileiro. Ao longo de uma carreira de vinte anos, realizou 13 expedições a Antártica e 2 ao Ártico. Durante este período, viveu mais de 20 meses em geleiras. Foi o primeiro brasileiro a obter um Ph.D. em Glaciologia, em 1990 pelo Instituto de Pesquisas Polares da famosa Universidade de Cambridge. Hoje, é um dos líderes do Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR). Vive com a esposa e dois filhos adolescentes em Porto Alegre.

A expedição conta com o apoio do CNPq, Petrobras, MMA, Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar e a Academia Brasileira de Ciências.

Chegada ao Pólo Sul Geográfico

No dia 30 de Novembro de 2004 chegamos a 5 quilômetros da Base Amundsen-Scott e aí aguardamos a chegada de nossa escolta. Isto é necessário, pois a periferia da estação dos EUA está repleta de antenas e experimentos científicos. Não seria um bom cartão de visita destruir algum experimento que está sendo realizado há mais de 30 anos!

Chegamos às 21:30h no Pólo Sul Geográfico, batia um vento forte e a sensação térmica caiu a menos 52 graus centígrados. Como de praxe, cumprimentos e fotografias (difícil de serem tomadas na baixa temperatura). Nos últimos dias tinha notado uma tensão disfarçada exposta por preocupações como arrumar bandeiras, limpar o comboio e até a preparação de uma recepção dentro de nossa habitação. De qualquer maneira, foi um feito, um país latino-americano atravessar a Antártica com vários módulos preparados para investigação científica. Claro, demonstração do interesse político chileno pela Antártica. E, evidentemente, para todos isto representava o resultado de 18 meses de preparação árdua e abnegação.

Separados por não mais de 70 metros existem na verdade dois marcos, o Pólo Sul Geográfico propriamente dito e o “pólo cerimonial”. O primeiro é exatamente onde passa o eixo imaginário de rotação da Terra. Todos os anos, no dia primeiro de Janeiro, um cientista reposiciona este marco, pois o gelo está em constante movimento (o Pólo em si é fixo). Já o “pólo cerimonial”, onde há uma bola de alumínio, marca a criação do Tratado da Antártica em 1959 e está circundado pelas bandeiras dos 12 países que originalmente assinaram o documento.

Estacionamos o comboio a 650 metros da estação norte-americana, na frente de um avião russo que chegou ao pólo anos atrás e não conseguiu decolar! Nos próximos dias aproveitaremos para fazer pequenos consertos no trator, preparar os equipamentos, iniciar nossas perfurações, e é claro visitar a estação dos EUA.

O Pólo Sul Geográfico encontra-se no Platô Antártico, a 2.835 metros de altitude, a temperatura média é de apenas menos 49 graus centígrados, no inverno pode cair a menos 82 graus centígrados! O centro deste platô é um dos lugares mais secos do mundo, no Pólo só cai 8,6 cm de neve (dado em equivalente de água) ao longo de todo o ano. Por outro lado, a velocidade média do vento não ultrapassa 20 quilômetros por hora, nada se comparado as rajadas de até 320 km/h na costa do Continente. A espessura do gelo aqui atinge 2.800 metros e se move 9 metros por ano em direção à costa!

Atrás do marco do Pólo Geográfico Sul existe uma placa comemorando a chegada ao local dos dois primeiros exploradores: o norueguês Roald Amundsen (14/12/1911) e o britânico Robert Falcon Scott (17/1/1912). Duas frases estão na placa: “Então nós chegamos e pudemos plantar nossa bandeira no Pólo Sul Geográfico (Amundsen). Scott, que ao chegar ao pólo encontrou uma barraca de Amundsen, foi mais melancólico: “O Pólo. Sim, mas sob circunstâncias muito diferentes do que esperávamos”. Scott e seus 4 companheiros morreriam na viagem de volta a costa. O nome da estação do EUA é em homenagem a estes dois exploradores.

Percepções

Um dia depois de nossa chegada caminhei sozinho os 650 metros que nos separava do Pólo Geográfico. Na Estação Amundsen-Scott era oficialmente 4 horas da manhã (nós usamos o horário chileno, 1 hora atrasada em relação ao Brasil, na Estação o horário é o da Nova Zelândia, 15 horas adiantada em relação ao Brasil), assim ninguém estava trabalhando e fazia um silêncio total, o vento havia diminuído.

Hoje, atrás de mim, existe a imensa estação norte-americana, mas no mais o vazio total! Olhando para o imenso e desértico platô, onde as feições mais proeminentes são pequenas dunas (sastruguis) com 30 cm de altura, rapidamente compreendem-se algumas das opiniões dos exploradores do período heróico (início do Século 20). Robert Scott ao chegar aqui em 1912, exclamou “Meu Deus, que lugar horrível”.

Por outro lado, este ambiente silencioso e vasto leva para uma introspecção e uma paz interior. É o nada no meio do nada branco, com pouquíssimo estimulo externo. Hora de avaliar o que foi conseguido até aqui.

Para mim representou 20 anos dedicados à Ciência Antártica e ao Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR). Em particular, tendo sido treinado no centro de pesquisas fundado em homenagem aos expedicionários de Scott, o Scott Polar Research Institute (SPRI) da Universidade de Cambridge, tive uma satisfação especial. Era como se pudesse finalmente juntar-me a experiência de todos meus colegas do SPRI e os exploradores históricos.

Chegar ao Pólo Sul Geográfico em si hoje não é tão difícil, basta pegar carona com um dos aviões do programa antártico norte-americano. Mas atravessar o agressivo manto de gelo e com meios próprios, como nossos colegas chilenos e eu fizemos, ainda é um privilégio; poucas expedições o fizeram nos últimos 100 anos, e esta foi a primeira realizada por um brasileiro.

Início das nossas perfurações do gelo

Realizamos a primeira perfuração da neve para obter testemunhos (cilindros de gelo). Nosso sítio de perfuração era a 3 quilômetros de distância, alguns dias tivemos que fazer esta marcha a pé (ida-e-volta), pois o trator estava em manutenção. Mas o pior é manusear o equipamento nesta baixa temperatura, a 10 metros de profundidade a neve estava a menos 49 graus centígrados e nós tínhamos que usar luvas finas de plástico para não contaminar as amostras. Atingimos 31 m de profundidade, isto dará aproximadamente 180 anos de dados ambientais. Saíamos desgastados do pólo, ainda bem que os outros sítios de perfuração serão mais quentes.

Despedida 9 de dezembro

Nos despedimos no “Domo” da administração da Estação e fomos escoltados até 5 km ao Norte, a partir daí iniciamos nossa volta. Espero um dia voltar aqui, talvez numa travessia antártica totalmente brasileira!

Amundsen-Scott: Histórico e estrutura

A primeira Estação no Pólo foi erguida no verão de 1957-58 durante o Ano Geofísico Nacional. Naquele momento foi uma importante decisão política dos cientistas, tanto como demonstração de força quanto para neutralizar todas as reivindicações territoriais sobre o Continente Branco. Hoje esta Estação já está sob alguns metros de neve e a área ao redor dela está interditada para evitar acidentes.

Em 1970-71 foi construída a segunda estação, na forma de um domo geodésico. O Domo, como todos chamam, tem 50 metros de diâmetro e 15 de altura, cor de papel de alumínio. Vários corredores (tubos de aço) ligam o Domo às garagens, carpintaria, geradores de energia. Tubos, isolados do intenso frio, levam água potável, esgoto, cabos elétricos, telefônicos e a rede de computadores. Aliás a Internet, bastante veloz, é de uso comum. Só que é necessário aguardar que algum satélite esteja acima do horizonte (entre as 2h e às 13h).

Todo este complexo está hoje soterrado sobre a neve que acumulou ao longo destas 3 décadas. Aliás, esta foi a idéia dos engenheiros, a neve é ótimo isolante térmico, protegendo a Estação da atmosfera, isolando-a contra variações de temperatura e ventos fortes. Só que a neve aqui está entre menos 20 e menos 49 graus centígrados, esta é a temperatura dentro do Domo! Aos poucos tudo isto está sendo transferido para a nova Estação e o Domo será demolido em 3 anos.

Uma nova Estação está em construção e envolve, durante o verão, mais de 120 pessoas e 330 vôos de Hércules C-130 (com skis). Todo o material é trazido via aérea a partir da costa (na Estação McMurdo dos EUA). No total o custo deverá ultrapassar 150 milhões de dólares até a sua conclusão em 2005-2006.

Em vez de deixar esta nova Estação (de aproximadamente 6.100 metros quadrados) ser soterrada pela neve, ela é construída sob colunas que serão constantemente elevadas por macacos hidráulicos, mantendo a estação na superfície, quando completa, terá 110 pessoas. Vários módulos de acomodação e para pesquisa e inclusive uma estufa para prover algum vegetal fresco já estão funcionando. Esta Estação fica na frente do marco do Pólo Sul Geográfico.

Devido à construção da nova Estação, existe uma verdadeira vila com dezenas de casas na superfície. Aqui vive a maioria dos trabalhadores da construção civil, de idade variada. Chama atenção a participação feminina nesses trabalhos (aproximadamente 50%) e, mais importante, fazendo qualquer tipo de trabalho (motoristas de tratores de 15 ton, mecânicas, administradoras, chefes de obra). No momento a Estação conta com 240 pessoas entre cientistas, administradores e o pessoal da construção civil. Cerca de 110, ficaram para o inverno, enfrentando a noite polar quando dificilmente sairão da Estação. No momento, a área ao redor é um verdadeiro depósito de madeira, barras de ferro, trenós, tratores polares, motos-de-neve.

O programa de construção e manutenção da nova Estação, totalmente sob a responsabilidade civil através da National Science Foundation (equivalente ao nosso Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq) é gerenciado por uma firma particular, esta é a filosofia dos EUA. O programa científico, também gerenciado pela NSF, é executado por várias universidades e laboratórios norte-americanos, com a participação intensa de cientistas estrangeiros (mais de 10% do pessoal pesquisador no local).

Ciência em Amundsen-Scott

Ao redor da estação propriamente dita existem vários módulos com laboratório, telescópios, sismógrafos e outros equipamentos. Algumas características do Pólo Sul fazem que o local seja muito importante para investigações científicas de vanguarda.

No inverno os corpos celestes nunca se põem, permitindo uma observação constante, é o local do Planeta que permite a mais contínua observação do Sol (no verão, é claro). A atmosfera é muito limpa e seca, sendo excelente local para observação astronômica. Devido à proximidade do Pólo Geomagnético, permite o estudo das interações entre a Magnetosfera e a Atmosfera Superior e a observação das Auroras Austrais.

O espesso manto de gelo fornece um sítio excelente para obtenção de testemunhos de gelo e, mais recentemente, poços de até 2.400 metros de espessura têm sido perfurados para a instalação de equipamentos para detecção de partículas subatômicas. Um dos experimentos mais originais no local é o IceCube. Este projeto inclui a implantação de vários detectores de neutrinos provenientes de partes distantes do cosmos, em um volume de 1 km3 de gelo.

Existem ao redor da estação áreas silenciosas (onde estão instalados detectores de terremotos que ocorrem no Hemisfério Sul e para detecção de emissões de onda rádio provenientes do cosmos), é um local ideal para medir oscilações de longo período da Terra. Um setor limpo abriga um laboratório para pesquisas da atmosfera e climatologia.

O ar aqui é um dos mais limpos do Planeta e a neve que se acumula no local é tão limpa quanto a água destilada usada no Brasil. Existe ainda um setor escuro, onde se mantém interferência mínima de fontes de luz e outras ondas eletromagnéticas (aqui existem vários telescópios detectores de microondas, infravermelho e neutrinos de alta energia).

Antártica e os vários Pólos Sul, quais as definições?

Existe muita confusão no emprego destes termos. Muitas vezes se diz que um navegador foi ao Pólo Sul, mas o mar está a mais de 2.000 km ao Norte do Pólo Sul Geográfico.

Pólo Sul Geográfico (latitude 90 graus Sul, não se dá a longitude, pois todos os meridianos convergem neste pólo) – é onde passa o eixo imaginário de rotação da Terra. Olhando para o céu na noite polar o observador verá as estrelas dando um giro completo de 360 graus sobre si em aproximadamente 23 horas e 56 minutos (o período de rotação da Terra). Este Pólo não migra. O gelo que está sobre ele, por outro lado, está constantemente movendo-se em direção à costa, cerca de 9 m/ano!

Pólo Sul Magnético (em 1995 estava em 64 graus 42 minutos Sul e 138 graus 36 minutos Este). Isto é no Oceano Austral ao Sul da Austrália. Oceano Austral é aquele que circunda a Antártica, é formado pela união das massas de água dos Oceanos Atlântico, Índico e Pacífico. Atenção: O termo “Oceano Glacial Antártico” é considerado arcaico e não é mais usado! Este Pólo está constantemente migrando (10 a 15 km anuais para o Noroeste).

Pólo Sul Geomagnético (Em 1995 estava em 79 graus 18 minutos Sul, 108 graus 30 minutos Leste) – é onde o fluxo do campo eletromagnético terrestre se manifesta. Isto é perto da Estação Antártica Russa Vostok.

Pólo de Máxima Inacessibilidade (84 graus Sul e 65 graus Este) – é o ponto mais longe da costa Antártica.

Ainda podemos definir a Antártica e a Região Antártica

Antártica ou Antártida – é o sexto Continente do Planeta Terra e tem 13,6 milhões de quilômetros quadrados. Quase todo o Continente (99,7 %) está coberto por um enorme manto de gelo com espessura média de 2.120 metros e máxima (conhecida) de 4.776 metros. O Continente está mais ou menos centrado no Pólo Sul Geográfico. Uma parte do Continente avança em direção a América do Sul, é a Península Antártica. Ao redor do Continente existem vários arquipélagos, a Estação Antártica Comandante Ferraz está na Ilha Rei George, no Arquipélago das Shetlands do Sul. Estas ilhas estão a 3.100 quilômetros ao Norte do Pólo Sul Geográfico e aproximadamente 920 quilômetros da Terra do Fogo. A costa e o oceano circundante têm uma fauna rica (krill, algas, baleias, focas, elefantes-marinhos, pingüins, albatrozes, skuas e outras aves), mas o interior do Continente é um verdadeiro deserto frio e branco. Somente liquens são encontrados em raros afloramentos rochosos que formam “ilhas” no meio do gelo, estes nós chamamos de “nunataks”.

Região Antártica – Toda a área do Planeta Terra ao Sul do paralelo 60 graus Sul. É a região na qual se aplica o Tratado da Antártica.

 

Por Jefferson Cardia Simões - Glaciologista, explorador e cientista polar. Fonte: Revista Eco 21, ano XV, Nº 98, janeiro/2005.



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