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 Ambiente Fauna

Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla)

É um animal muito útil ao homem, pois come apenas formigas e cupins. Abre os cupinzeiros e os formigueiros com as garras poderosas.

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Classe: Mammalia

Ordem: Edentata

Família: Mymercophagidae

Nome científico: Mymercophaga tridactyla

Nome vulgar: Tamanduá-bandeira

Categoria: Ameaçada

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Características: É um animal muito útil ao homem, pois come apenas formigas e cupins. Abre os cupinzeiros e os formigueiros com as garras poderosas e introduz neles a longa língua (língua filiforme), cujo diâmetro oscila entre 10 e 15 mm, pode projetar-se 60 cm para fora da boca, na qual os insetos ficam grudados, desta forma apenas os engole. Suas mandíbulas são lisas, não têm dentes, sendo uma exceção entre os mamíferos, que geralmente possuem duas dentições. Ocorre no cerrado, em florestas úmidas e savanas. Vive solitário nas florestas úmidas e savanas de todo o Brasil. Como é lento ao locomover-se, além de enxergar e escutar pouco oferece pouca resistência aos caçadores. Sua coloração geral é cinza acastanhada, apresentando banda preta que sobe do peito até metade do dorso, ladeada por duas linhas de pêlos brancos. A linha superior começa abaixo das orelhas, e é estreita. A cobertura do corpo é constituída de pêlos. As orelhas e olhos são pequenos. A cauda comprida é portadora de longos pêlos que formam uma espécie de bandeira, o que serviu para adjetivação de nome vulgar. A ponta do focinho, os lábios, as pálpebras e as solas dos pés são nuas. Para andar, o animal dobra as unhas contra as palmas, passando apenas o dorso da pata no solo. É um animal de hábitos diurnos, dorme no mesmo local onde anoitece. É silencioso, só se ouvindo seu grunhido quando esta enfurecida. É absolutamente inofensivo para o homem e aos outros mamíferos. Visão medíocre guia-se pelo olfato. É bom nadador. Galopa pesadamente em caso de perigo.

Peso: até 25 kilos

Comprimento: Comprimento da cabeça e corpo é de 1 a 1,2 m, cauda de 60 a 90 cm

Ocorrência Geográfica: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal, Campos do Sul, Honduras e Norte da Argentina.

Cientista que descreveu: Linnaeus, 1758

Categoria/Critério: Ameaçada/vulnerável - Redução da população de pelo menos, 20 por centro projetada ou suspeita para os próximos 10 anos ou 3 gerações baseado em declínio da área da ocupação, extensão de ocorrência e/ou qualidade do habitat. É espécie considerada vulnerável pela IUCN (1972), apêndice 2 da CITES

Observações adicionais: O tamanduá-bandeira passeia calma e tranquilamente com seu longo focinho cônico voltado para o chão. Ele está procurando alimento. Seu olfato bem desenvolvido vai levá-lo fielmente ao alvo. Uma vez encontrado o formigueiro, o tamanduá cava a terra com suas fortes garras e mete o focinho no buraco. Sua língua pegajosa, de mais de meio metro de comprimento, explora as galerias do formigueiro. Depois de pegar um número grande de formigas, o tamanduá recolhe a língua. O tamanduá não possui dentes. O estranho desdentado caça de dia nos campos cerrados e nas florestas da América Central e do Sul, desde a Guatemala até a Argentina. Quando vive próximo das cidades, ele sai principalmente à noite. Vive no chão, mas sobe bem nas árvores e é capaz de nadar. É cauteloso, pacífico e solitário. Defende-se com as fortes garras das patas dianteiras. Seu principal alimento são as formigas, os cupins e larvas. Come também vermes e pequenas centopéias. Na primavera, a fêmea dá a luz um filhote que carrega nas costas até cerca de um ano de idade. O período de gestação é de 190 dias.

 

Fonte: MMA/SINIMA



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